Roberta é graduada em Administração de Empresas pela Universidade Paulista, pós-graduada em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. No mundo corporativo, atua como executiva na indústria farmacêutica nas áreas de P&D, gestão de projetos e desenvolvimento de novos negócios. Sua paixão, por diferentes culturas, literatura, arte e viagens, direcionou seu coração para a fotografia. É na arte fotográfica, o lugar onde sua alma e coração, de fato, habitam. Com formação em Fotojornalismo, Fotografia de Rua, recentemente iniciou estudos em Antropologia Visual e Filosofia da Fotografia pela UFG, já realizou exposições em Goiás e São Paulo. Utiliza a fotografia para contar histórias e explorar a experiência humana.
Claudia Nunes entrou no Cinema pela porta do Jornalismo. Não foi uma vocação descoberta nos cineclubes e cinematecas, mas no cruzamento de caminhos com poetas, cineastas, músicos, gente de teatro, ativistas políticos. Dos poemas de Marcos Caiado, da oficina de teatro popular de Taveira, da primeira viagem a Cuba e contato com guerrilheiros salvadorenhos feridos de guerra, dos despejos forçados dos acampamentos do MST, do Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua, da descoberta da Palestina ocupada, a diretora e roteirista foi capturando os elementos sociais e políticos que marcam sua obra a partir da defesa dos direitos humanos. Além do Cinema, integra a coordenação executiva do Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino.
Goiânia foi cenário e inspiração dos seus primeiros curtas O Dono da Pena, Rapsódia do Absurdo e Número Zero. Em sua carreira, destacou-se com o experimental Rapsódia do Absurdo, exibido em 30 países – 19 prêmios nacionais e internacionais. E Número Zero, Grand Prize no Ismailia Film Festival 2010 (Egito) e outros 7 prêmios. Foi selecionado como um dos melhores curtas brasileiros dos últimos 5 anos pelo Festival Internacional de Curtas de Uppsala (Suécia) em Mostra Retrospectiva 2015 e incluído na mostra especial sobre a cinematografia brasileira – Brazil Burning! – no Vienalle 2019.
Apenas Me Filme, conquistou o Prix Marseille Espèrance no FidMarseille 2011, o Prêmio Câmaras da Diversidade – UNESCO e Fundação do Novo Cinema Latino Americano (FNCL), além de ter sido selecionado no Viennale 2011 (Áustria) e faz parte do catálogo oficial do Centro Nacional de Cinematografia do Ministério de Cultura da França.
Atualmente, está em pré-produção de seu novo longa documentário, Apartados, que mostrará a trajetória de meninos de rua retratados nos filmes Número Zero e Apenas Me Filme. Além de dedicar-se a buscar financiamento para Os Quatro Maus, outro projeto de documentário sobre a criminalização e prisão de quatro defensores e defensora de direitos humanos do MST em Goiás. Ambos são produzidos pela Vietnam Filmes.
Professor, pesquisador, curador e produtor cultural na área de Artes e Cultura Visual: Cinema, Audiovisual e Fotografia. Coordenador da Cinemateca Santa Dica de Goiás. Editor na Lucarna Casa Editorial. Membro da RedArtH – Rede Internacional de Pesquisa em Educação, Arte e Humanidades, vinculada ao CNPQ. Pesquisador no projeto Cinema, Arte e Educação: Narrativas de Aprendizagem (UFG).
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Doc / 18min, 2024
DCP / 5.1
Anápolis e Goiânia (GO), Brasil
SINOPSE
O processo de alistamento militar obrigatório traz consigo uma determinação da qual não se pode fugir, forçando muitos jovens a servirem contra a própria vontade. Mas determinadas convocações são perpassadas por um complexo jogo de forças, que envolve desejos e preconceitos, em relação aos alistados com comportamento fora dos padrões normativos do ponto de vista social, racial e sexual.
CRÉDITOS
Com: Carlos Nogueira, Daiv Santos e Emanuel Costa
Direção, Roteiro e Montagem: Erik Ely
Produção Executiva: Erik Ely e Tothi Santos
Direção de Produção: Tothi Santos
Assistência de produção: Levi Mortosa
Som Direto: Iara Daniel
Direção de Arte e Figurino: Ludmylla Bomfim
Direção de Fotografia: Bruna Chamelet
Maquinária: Hudson Cândido
Edição e Mixagem de Som: Guile Martins
Colorização: Larry Machado
Realização: Dafuq Filmes, DuLuna Produções e Filmes de Preto
Distribuição: Filmes Que Não Se Veem
Apoio Institucional: IX Anápolis Festival de Cinema
Apoio: Universidade Estadual de Goiás e Curso de Cinema e Audiovisual – UEG
PRÊMIOS
Projeto de documentário vencedor do Prêmio Incentivar do IX Anápolis Festival de Cinema, Anápolis – GO, 2023;
Prêmio de “Menção Honrosa” no X FAVERA – Festival de Cinema, Mostra Goiana, Goiânia – GO, 2024
FESTIVAIS
27ª Mostra de Cinema de Tiradentes – Mostra Foco, Tiradentes – MG, 2024;
12ª Mostra Tiradentes | SP – Mostra Foco, São Paulo – SP, 2024;
2° Festival Universitário de Cinema (FUCINE), São Paulo – SP, 2024;
Curta Qui – Mostra de Curta-Metragem de Quirinópolis, Quirinópolis – GO, 2024;
I Goiânia Kino Mostra, Goiânia – GO, 2024;
X FAVERA – Festival de Cinema, Mostra Goiana, Goiânia – GO, 2024
Projeto Alfabetização Visual
O homem banana
O provocador de sorrisos
Em busca de um sonho
O valor da amizade
A saga de Emily
Anima Mostra Infantil
Tardes no Escarafuncha
Flores de Macaimbora
Contos Mirabolantes – O Olho do Mapinguari
Palavras Mágicas
Memórias da Infância
Anaclato, o Balão
Erico Rassi é diretor, roteirista e montador. Seus curtas “Sexo com Objetos Inanimados”, “Um pra Um” e “Milímetros” ganharam mais de 40 prêmios em festivais nacionais e foram selecionados para mostras competitivas na Suíça, Inglaterra, Espanha e Cuba. Em 2017 lançou seu primeiro longa-metragem “Comeback”, premiado no Festival do Rio 2016 com o prêmio de Melhor Ator para Nelson Xavier, e no Festin Lisboa 2017 com os prêmios de Melhor Filme pela Crítica e Melhor Direção pelo Júri. Dirigiu as séries “Giramundo”, exibida pela rede EBC Brasil, e “Doçaria Brasileira”, para o canal CineBrasilTV. Em 2024 seu segundo longa “Oeste Outra Vez” estreou na mostra competitiva do Cinequest Film Festival (San Jose/US) e foi selecionado para a Mostra Competitiva do Festival de Gramado, e será lançado nos cinemas em 2025. Nascido no interior de Goiás, seus filmes abordam o universo masculino e trazem como personagens homens rudes, subdesenvolvidos, incapazes de lidar com suas próprias falhas e fragilidades.
Com 20 anos de carreira, tem sua trajetória marcada por projetos independentes através de sua produtora, com destaque para os filmes “Comeback” e “Oeste Outra Vez” (ambos de Erico Rassi), filmados no interior goiano e ambientados em cenários pouco vistos na cinematografia brasileira.
Ainda foi produtora executiva dos longas “Biônicos” (Netflix), “O Porão da Rua do Grito” (dir. Sabrina Greve) e “Resplendor” (dir. Claudia Nunes/Erico Rassi); da novela “Beleza Fatal” (HBO); e das séries de TV “Doçaria Brasileira” (CineBrasil TV) e “Giramundo” (TVs Comunitárias).
Como produtora delegada, trabalhou em “Só Se For Por Amor” (Netflix/Série). Na função de diretora de produção, liderou projetos como “A Vida Secreta dos Casais 2” (HBO/Série), “Nosso Corpo, Nosso Sangue” (Fox/Doc) e “A Ferida” (dir. Lucas Camargo/Nicolas Zetune). Ainda como platô, gerenciou “A Cidade Aqui Dentro” (dir. Mathias Mariani) e “Samantha” (Netflix/Série). Seus projetos acumulam diversos prêmios, incluindo o Prêmio Emmy Kids Factual 2020 para “Nosso Corpo, Nosso Sangue” e Melhor Filme e Direção no Festin Lisboa para “Comeback”.
Lidiana Reis é coordenadora do Mercado SAPI e idealizadora do Prêmio CORA, que promove o desenvolvimento de projetos realizados por mulheres do Centro-Oeste brasileiro. Como produtora, Lidiana realizou cinco longas-metragens: o documentário “Paulistas” (2017) e as ficções “Alaska” (2019), “Hotel Mundial” (2019), “Oeste Outra Vez” (2024) e “Vento Seco” (2020), este último estreou no prestigiado 70º Festival de Berlim.
Lidiana é mentora de projetos audiovisuais em desenvolvimento e idealizadora de iniciativas que combinam formação em audiovisual e educação ambiental para crianças e adolescentes, como o Cine Arandu, realizado anualmente em Pirenópolis-GO.
Além disso, é sócia da Sol a Pino Filmes, onde desenvolve narrativas centradas na mulher. Entre seus trabalhos destaca-se o seu primeiro longa documental “Piedade para esta terra que me sonega o amor” e “Solina”, filme escrito e dirigido por Larissa Fernandes.
Alba Caldas é anapolina, publicitária e pós-graduada em assessoria de comunicação e marketing. Atualmente, é responsável pela produtora audiovisual Bicho de 7 Cabeças.
Produziu de forma independente dois filmes curta-metragem:
“Becky”: Seu primeiro filme de ficção recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Cinema de Anápolis 2022 e foi selecionado no 1º Festimina – Mostra Goiás na Tela e no Short Shot Fest Moscow 2022.
“Além do BlackJack”: Uma ficção gravada e editada em 24 horas, que ganhou o prêmio de melhor filme pelo público no GO Film Festival 2022.
Em 2021, Alba participou como codiretora, câmera e editora em três curta-metragens documentários para o projeto Livepainting.
Atualmente, está envolvida na produção, direção e edição do curta-documentário “Arte Marginal”, um projeto selecionado pelo Fundo Municipal de Cultura de Anápolis e pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás (FAC) 2022.
Outros projetos em produção incluem:
Matheus Amorim é bacharel em Cinema e Audiovisual, com experiência em diversas áreas da produção cinematográfica. Ao longo de sua carreira, Matheus dirigiu, produziu e colaborou em uma variedade de projetos, desde curtas-metragens até longas-metragens, demonstrando versatilidade e habilidade em diferentes funções.
Premiações e exibições
Rei Souza é um artista multimídia autodidata que desenvolve seu trabalho em diversas frentes: como artista visual, cineasta, músico e escritor. Filho de pais maranhenses, estabeleceu moradia no estado de Goiás a partir dos anos 90.
Rei Souza dirigiu diversos filmes que foram exibidos e premiados em festivais, tais como:
Cinema, em outras funções
Além de seus próprios projetos, Rei Souza também colaborou em outras produções:
Daniel Sena é cineasta e co-fundador da produtora anapolina Velejo Filmes, criada em 2012 junto com dois amigos. Ele se destaca na produção, roteirização e direção de filmes. Além disso, Daniel participa de projetos educacionais, lecionando cinema em escolas públicas há mais de 10 anos, especialmente nos projetos “Alfabetização audiovisual e Caravana Rosa dos Ventos”. Entre suas obras notáveis estão os curtas-metragens “Enzo”, “Mulheres do Meu Bairro”, “Hoje é Dia de Folia” e “Entredentes”, que acumularam diversas participações e premiações em festivais.